Livro de 2 Crônicas
Personagens bíblicos de 2 Crônicas
Explore personagens, famílias, reis, patriarcas e figuras narrativas presentes em 2 Crônicas. Cada estudo reúne imagem ilustrativa, referências bíblicas, contexto e perguntas frequentes.
23 personagem(ns) encontrado(s)
Deus
2 Crônicas 1-36
Deus é o personagem central de Gênesis: cria, julga, preserva, chama Abraão e conduz a promessa. Em Êxodo, Deus se revela como o Senhor que ouve o clamor do povo, liberta Israel e estabelece aliança no Sinai. Em Levítico, Deus ensina seu povo a viver em santidade, culto e comunhão diante de sua presença. Em Números, Deus guia, disciplina, preserva e prepara Israel durante a peregrinação no deserto. Em Deuteronômio, Deus chama Israel a amar, obedecer e lembrar da aliança antes da entrada na terra. Em Josué, Deus conduz Israel na entrada em Canaã e confirma a fidelidade às promessas feitas aos patriarcas. Em Juízes, Deus entrega Israel à opressão por causa da infidelidade e levanta libertadores quando o povo clama. Em Rute, Deus conduz a história por meio de fidelidade, cuidado familiar e redenção. Em 1 Samuel, Deus governa a transição de Israel para a monarquia e escolhe Davi segundo seu propósito. Em 2 Samuel, Deus estabelece a aliança com Davi e julga pecado, violência e injustiça no reino. Em 1 Reis, Deus avalia reis pela fidelidade à aliança e levanta profetas contra a idolatria. Em 2 Reis, Deus julga idolatria e injustiça, mas preserva sinais de misericórdia e esperança. Em 1 Crônicas, Deus preserva a memória de Israel e destaca Davi, o templo e a adoração. Em 2 Crônicas, Deus chama reis e povo à fidelidade, aceita arrependimento e preserva esperança após o exílio. Em Esdras, Deus move reis, sacerdotes e povo para restaurar templo, Lei e identidade da comunidade. Em Neemias, Deus responde oração, fortalece liderança e renova a comunidade em torno da Lei. Em Ester, Deus não é citado explicitamente, mas a narrativa aponta para providência e preservação do povo judeu. Em Jó, Deus revela sua sabedoria e soberania diante do mistério do sofrimento humano. Nos Salmos, Deus é adorado como Criador, Rei, Pastor, Refúgio, Juiz e Salvador. Em Provérbios, o temor do Senhor é o princípio da sabedoria. Em Eclesiastes, Deus é o Criador que dá sentido, limites e juízo à vida humana. Em Isaías, Deus é o Santo de Israel que julga, purifica, consola e promete salvação. Em Jeremias, Deus denuncia infidelidade, anuncia juízo e promete nova aliança. Em Lamentações, Deus é reconhecido como justo no juízo e como fonte de misericórdia em meio à dor. Em Ezequiel, Deus revela sua glória, julga idolatria e promete novo coração e restauração. Em Daniel, Deus governa impérios, preserva fiéis e revela esperança em meio ao exílio. Em Oseias, Deus denuncia a infidelidade de Israel e revela amor persistente. Em Joel, Deus chama ao arrependimento, promete restauração e anuncia o derramamento do Espírito. Em Amós, Deus denuncia injustiça social, culto vazio e opressão. Em Obadias, Deus julga o orgulho e a violência de Edom e anuncia o reino do Senhor. Em Jonas, Deus revela misericórdia por Nínive e confronta a resistência do profeta. Em Miqueias, Deus denuncia corrupção e promete restauração messiânica. Em Naum, Deus julga a violência de Nínive e consola Judá. Em Habacuque, Deus responde às perguntas sobre injustiça e ensina que o justo viverá pela fé. Em Sofonias, Deus anuncia juízo e promete restaurar um povo humilde. Em Ageu, Deus chama o povo a priorizar sua casa e promete presença e esperança. Em Zacarias, Deus chama ao arrependimento, encoraja a reconstrução e anuncia esperança messiânica. Em Malaquias, Deus confronta culto negligente, infidelidade e injustiça pós-exílica.
Manassés
2 Crônicas 33
Manassés é abençoado por Jacó e integra a herança das tribos de Israel. Manassés é lembrado por profunda infidelidade e por influenciar o juízo sobre Judá. Manassés é lembrado por grande pecado e por arrependimento posterior.
Davi
2 Crônicas 1-36
Davi é escolhido por Deus, vence Golias e sofre perseguição antes de assumir o reino. Em 2 Samuel, Davi governa Israel, recebe a aliança davídica, peca gravemente e enfrenta consequências familiares e políticas. Davi aparece no fim da vida, preparando a sucessão do trono para Salomão. Davi é apresentado como rei escolhido e preparador do templo e do culto levítico. Davi é referência de aliança, templo e fidelidade para os reis de Judá. Davi é associado a muitos salmos de lamento, confiança, arrependimento e louvor.
Salomão
2 Crônicas 1-9
Salomão nasce de Davi e Bate-Seba e será herdeiro do trono. Salomão recebe sabedoria, constrói o templo, mas sua infidelidade contribui para a divisão do reino. Salomão é preparado por Davi para construir o templo. Salomão constrói e dedica o templo, tornando Jerusalém centro do culto. Salomão é associado a coleções de provérbios que ensinam sabedoria prática. Salomão é tradicionalmente associado ao perfil real e sapiencial de Eclesiastes. Salomão aparece no livro como figura real ligada à tradição poética de amor.
Roboão
2 Crônicas 10-12
Roboão endurece o povo e sua decisão contribui para a divisão do reino. Roboão reina após Salomão e sua decisão contribui para a divisão do reino.
Abias, rei de Judá
2 Crônicas 13
Abias reina em Judá depois de Roboão. Abias confronta Jeroboão e apela à aliança do Senhor com Davi.
Asa
2 Crônicas 14-16
Asa promove reformas e é avaliado positivamente em Judá. Asa promove reforma e busca o Senhor, embora termine com falhas de confiança.
Josafá
2 Crônicas 17-20
Josafá reina em Judá e aparece em aliança militar com Acabe. Josafá fortalece o ensino da Lei e busca o Senhor diante de ameaças.
Atalia
2 Crônicas 22-23
Atalia tenta destruir a linhagem real de Judá e governa até ser deposta. Atalia tenta destruir a descendência real, mas Joás é preservado.
Joás, rei de Judá
2 Crônicas 22-24
Joás é preservado quando criança e depois promove reparos no templo. Joás é preservado e inicia reformas, mas se desvia após a morte de Jeoiada.
Jeoiada
2 Crônicas 22-24
Jeoiada protege Joás e lidera a restauração do trono davídico. Jeoiada protege Joás e conduz uma renovação da aliança.
Amazias
2 Crônicas 25
Amazias reina em Judá e vence Edom, mas entra em conflito com Israel. Amazias vence Edom, mas se deixa seduzir por ídolos e orgulho.
Ezequias
2 Crônicas 29-32
Ezequias confia no Senhor diante da ameaça assíria e promove reforma em Judá. Ezequias restaura o templo, celebra a Páscoa e confia no Senhor contra a Assíria. Ezequias busca o Senhor diante da ameaça assíria e recebe palavra por meio de Isaías. Ezequias aparece como referência histórica do ministério de Miqueias.
Amom
2 Crônicas 33
Amom segue a infidelidade de Manassés e reina brevemente em Judá. Amom segue o pecado de Manassés e não se humilha diante do Senhor.
Josias
2 Crônicas 34-35
Josias promove grande reforma depois da descoberta do livro da Lei. Josias promove reforma, restaura a Lei e celebra uma grande Páscoa. Josias aparece como marco inicial do ministério de Jeremias. Josias aparece como referência histórica do ministério de Sofonias.
Hulda
2 Crônicas 34
Hulda confirma a palavra do Senhor após a descoberta do livro da Lei no templo. Hulda confirma a palavra do Senhor após a descoberta do livro da Lei.
Jeorão, rei de Judá
2 Crônicas 21
Jeorão anda nos caminhos da casa de Acabe e recebe juízo profético.
Acazias, rei de Judá
2 Crônicas 22
Acazias reina brevemente em Judá e se associa à casa de Acabe.
Zacarias, filho de Jeoiada
2 Crônicas 24
Zacarias confronta o pecado de Judá e é morto por ordem de Joás.
Uzias
2 Crônicas 26
Uzias prospera, mas é ferido com lepra ao agir arrogantemente no templo. Uzias aparece como marco histórico do chamado profético de Isaías. Uzias aparece como referência histórica do ministério de Amós.
Jotão
2 Crônicas 27
Jotão fortalece Judá e é avaliado como rei que fez o que era reto. Jotão aparece no contexto histórico inicial de Isaías. Jotão aparece como referência histórica do ministério de Miqueias.
Acaz
2 Crônicas 28
Acaz promove infidelidade e idolatria em Judá. Acaz recebe sinal profético em meio à crise siro-efraimita. Acaz aparece no período histórico em que Miqueias profetiza.
Ciro
2 Crônicas 36
Ciro decreta o retorno e a reconstrução do templo, encerrando Crônicas com esperança. Ciro autoriza o retorno dos judeus e a reconstrução do templo em Jerusalém. Ciro aparece como rei persa no contexto final das narrativas de Daniel.
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